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Transição de Gerações no Tênis Masculino

Quadra central do Miami Open vista do level 300, no fundo. Estádio lotado durante a final masculina

Esta edição do Miami Open for marcada por inúmeras surpresas protagonizadas por derrotas inesperadas dos tops e um sucesso também não imaginado pelos jogadores menos famosos da nova geração.

Federer foi para o torneio mas doente não jogou. Nadal e Wawrinka caíram na primeira partida, Murray e Ferrer na segunda. O único que se salvou foi o Djokovic. Mas mesmo assim o evento brilhou com muitos jogos incríveis e de altíssimo nível protagonizados por nomes ainda não tão famosos.

Lógico, sempre é mais empolgante ver os grandes ídolos em quadra, mas depois de tantos anos, estamos vivendo um momento único de renovação onde novas estrelas começam a surgir para ficar.

Novak Djokovic celebra mais um título em Miami com soco no ar

Novak Djokovic celebra mais um título em Miami

Quando a geração de Pete Sampras, Andre Agassi, Gustavo Kuerten, Patrick Rafter, Marat Safin, Carlos Moya e companhia começou a se aposentar há pouco mais de uma década, pensamos que ficaríamos órfãos ou que os recordes estabelecidos jamais seriam quebrados. Não demorou nada para que Roger Federer, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Andy Murray e outros grandes nomes assumissem seus lugares de forma espetacular protagonizando a melhor geração da história do tênis e elevando este esporte a um novo patamar.

O novo ciclo que está começando a se repetir. Chegou a hora. Djokovic, Murray e Nadal mesmo perto dos 30 anos devem ter mais uns anos no top (principalmente Djokovic). Federer já tem 34, mesmo ainda em grande forma, pode se aposentar a qualquer momento. Wawrinka com 31 e Ferrer com 35 não deverão se segurar por muito tempo.

Como apaixonados pelo tênis que somos, temos, lógico, que aproveitar para curtir esta incrível geração de ídolos, mas ao mesmo tempo poderemos aproveitar, e muito, para ver a chegada desta nova geração. Será um grande privilégio acompanhar esses jogadores desde o início e vê-los se transformando em super atletas.

É difícil saber quem irá de fato tomar posições dos tops primeiro, mas há muitos nomes que já dão grande prazer em assistir e tem proporcionado excelentes jogos, como Dominic Thiem (talvez próximo número 1), David Goffin, Kei Nishikori, Grigor Dimitrov, Borna Coric, Alexander Zverev, Nick Kyrgios, Taylor Fritz, Tommy Paul, entre outros!

Dominic Thiem solta um belo backhand com uma mão

Dominic Thiem, uma das maiores promessas da nova geração

Convidamos você a viver de perto esse momento mais do que especial de transição do tênis, curtindo os atuais ídolos e vendo surgir os futuros campeões, pois o tênis, assim como o tempo, não para!

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One Comment


  1. Michel Machado

    12 de dezembro de 2018 at 17:35

    Posso dizer que sou privilegiado por poder acompanhar tantas feras. Federer, Nadal, Djoko…

    Reply

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